Crítica: Santa Clarita Diet – Segunda temporada

Santa Clarita Diet

Santa Clarita Diet (Imagem: Divulgação/Netflix)

Sheila (Drew Barrymore) e Joel (Timothy Olyphant) são dois corretores de imóveis que compartilham muito mais do que a mesma profissão. Casados e com uma filha adolescente, eles estão descontentes com a vida que levam em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles. O destino deles começa a mudar quando Sheila passa por uma mudança radical.

A segunda temporada da série aborda, principalmente, a dificuldade da família em se adaptar com os novos hábitos de Sheila (Drew Barrymore). Além disso, eles precisam encontrar a causa do problema, ao mesmo tempo em que descobrem que existem outros mortos-vivos na cidade.

A série é uma comédia, porém assim como a primeira temporada, ela pouco faz ri. As poucas cenas cômicas se dão por situações embaraçosas que os personagens vivem, e mesmo assim não são muito exploradas.

O final da temporada termina com pouquíssimas respostas para as perguntas que criou ao longo dos episódios. Isso pode ser bom para deixar o público ansioso pela próxima temporada, mas ao mesmo tempo frustra quem esperava pelas respostas. Apesar dos problemas existentes, Santa Clarita Diet ainda é uma boa série que consegue entreter.

 

Veja o trailer

4 estrelas

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Crítica: Jessica Jones – Segunda temporada

Jessica Jones 01

Depois de surpreender em seu primeiro ano, a segunda temporada de Jessica Jones (2018) chega a Netflix um pouco mais fria, porém igualmente boa. A investigadora particular Jessica Jones (Krysten Ritter), da cidade de Nova York, está começando a recuperar a sua vida depois de assassinar o atormentador, Kilgrave (David Tennant). Agora, conhecida em toda a cidade como uma assassina superpoderosa, ela enfrenta um novo caso que fará com que ela confronte quem realmente é ao ir mais fundo em seu passado para explorar suas razões.

Não é de se espantar que a produção perdeu, e muito, com a saída do vilão Kilgrave, responsável por grande parcela das cenas memoráveis da primeira temporada. Dessa vez, a série foca essencialmente nos dramas dos seus personagens, até mesmo naqueles mais secundários. Talvez por esse fato a direção e o roteiro tenham optado por não construir uma figura física de um vilão, que nesta temporada é representado pelos próprios conflitos dos personagens.

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Crítica: The Sinner – primeira temporada

Jessica Biel - The Sinner

Jessica Biel em The Sinner. (Imagem:Divulgação)

Séries de investigação têm se firmado cada vez mais como uma fórmula para o sucesso. Talvez por esse motivo, surpreender o público é uma tarefa que está se tornando cada vez mais difícil. The Sinner (2017), apesar de por vezes cair no comum, ainda consegue trazer o frescor necessário pra manter o público interessado na sua história.

Quando uma jovem mãe de família, Cora Tannetti (Jessica Biel), comete um crime nefasto em público e se vê incapaz de explicar o motivo que a levou a um estado de fúria súbito, o investigador Harry Ambrose (Bill Pullman) se torna cada vez mais obcecado em entender as profundezas da psique da mulher, desenterrando os momentos de violência que ela tenta manter no passado, longe dos olhos do mundo.

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