Os Defensores – Primeira temporada

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Oi, gente!

Finalmente nesta sexta-feira podemos conferir o crossover mais esperado por muitos fãs dos quadrinhos e de super-heróis. Os Defensores estreou na Netflix, e neste post vou contar um pouco do que achei sobre a produção para vocês!

Sinopse:

A minissérie reúne Matt Murdock (Charlie Cox), o Demolidor; Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro, e conta a história dos ‘heróis imperfeitos de Hell’s Kitchen’

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Opinião:

Uma das grandes vantagens de Os Defensores é que houveram séries anteriores sobre os protagonistas, fazendo com que quem não conhecia os personagens passasse a conhecer, além de permitir que o roteiro não seja totalmente destinado a explicar a história do quarteto, o que normalmente deixa a produção cansativa.

Apesar disso, os três primeiros episódios da série são focados em mostrar cada um dos personagens separadamente, e resolvendo conflitos relacionados a suas próprias vidas, o que no futuro é o que irá juntar os protagonistas.

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Assim como aconteceu em O Demolidor e em Punho de Ferro, o grande inimigo dos heróis que protegem Nova Iorque é o Tentáculo, dessa vez focado na Vilã Alexandra (Sigourney Weaver). A química entre os personagens é muito boa, e a série aposta em alguns alívios cômicos, o que não era tão comum nas produções individuais dos heróis.

O único grande problema da produção é a ação, que deveria ser o ponto alto da trama, porém os personagens principais tem pouquíssimo tempo de tela lutando juntos, ou até mesmo individualmente, o que pode decepcionar grande parte do público, que espera cenas épicas de luta. Muita dessa ação sai de cena para dar espaço aos dramas pessoais de cada personagem.

Diferentes de outras séries da parceria Netflix com a Marvel, que continham 13 episódios, Os Defensores possui apenas 8 de aproximadamente 50 minutos cada, o que é bom para que não tem muito tempo para assistir, mas adora maratonar séries.

Vocês já assistiram Os Defensores? O que acharam? me contem nos comentários!

Veja o trailer: 

 

4 estrelas

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A Girlboss está de volta!

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Oi, gente!

Hoje vamos ter aqui no blog a resenha da nova série da Netflix, Girlboss, produção baseada no livro de mesmo nome da Sophia Amoruso.

Sinopse:

Baseado na trajetória de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que começou a vida vendendo roupas antigas no eBay e hoje, aos 33 anos, tem uma marca multimilionária baseada em Los Angeles.

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Opinião:

Achei o roteiro da série bem parecido com a história do livro, afinal de contas foi baseado nesse, porém os fatos não estão contados na mesma ordem cronológica, e muitas coisas foram acrescentadas, o que não é problema.

A própria Sophia disse, em entrevista ao site Omelete, que a série cobre parte de seu começo nesta carreira, mas que adiciona vários elementos não verídicos na história, pois muitas vezes ela só tinha tempo para trabalhar, e ninguém iria se interessar em assistir a uma pessoa atrás do computador.

Por mais que o livro não seja um manual de como ser bem-sucedido nos negócios, e ser bastante irreverente, ele aborda muito a trajetória de Sophia até o sucesso, e de todo o percurso, muitas vezes difícil, que a jovem traçou até que sua marca fosse reconhecida.

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Porém, a produção da Netflix faz parecer que essa jornada foi muito mais fácil do que realmente foi, as coisas aconteciam muito mais fácil para a Sophia da série do que a da vida real. Não achei isso um problema, até porque como se propõe a ser uma comédia, acredito o drama excessivo não iria ser de bom tom.

Por falar na comédia, você não vai dar muitas gargalhadas, aliais quase nenhuma, mas ela consegue divertir bastante e te manter entredito. Boa parte deste crédito pode ser atribuídos as atrizes Britt Robertson (Sophia Amoruso) e Ellie Reed (Annie), que estão ótimas em seus papeis, conseguindo passar muita credibilidade para o telespectador.

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Um assunto presente na série e no livro, e que é bastante interessante é a crítica feita em relação a pressão que os jovens sofrem de seus pais e familiares para encontrar o rumo, profissão da sua vida ainda muito cedo. A produção consegue abordar este tema muito bem, criando uma personagem que, claramente, busca encontrar e preservar o que irá deixa-la feliz.

Assim como outras séries de comédia produzidas pela Netflix, como Santa Clarita Diet, Girlboss possui apenas 30 minutos em cada episódio. Acho isso ótimo, pois episódios com uma hora de duração se tornam muito longos, e é mais difícil maratonar a série.

Por fim, Girlboss  empolga por seu roteiro redondo e a personalidade forte de Sophia, a grande estrela desta história, mas isso a gente já sabia desde o livro.

 

Veja o trailer: 

 

5 estrelas

Vocês já assitiram Girlboss? o que acharam? Eu posso dizer que já estou sentindo saudades de Sophia!

 

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Punho de Ferro – Primeira temporada

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Oi, gente!

Como o título já diz, o post de hoje aqui no blog é sobre a nova série da Netflix em pareceria com a Marvel: Punho de Ferro.

Sinopse:

Daniel Rand (Finn Jones) é um bilionário, herdeiro da fortuna das Indústrias Rayne. Por 15 anos, todos acreditaram que ele estava morto, após um acidente de avião no Himalaia que vitimou seus pais. Mas Danny foi salvo e viveu todo esse tempo na cidade mística de K’un-Lun, uma das Sete Capitais do Céu.

De volta a Nova York, ele vai tentar retomar seu posto na empresa, agora sob o comando de seus amigos de infância Joy (Jessica Stroup) e Ward Meachum (Tom Pelphrey). Mas ele precisa convencer a todos que é realmente quem diz ser e combater o Tentáculo, com a ajuda de Colleen Wing (Jessica Henwick).

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Opinião:

A parceria da Marvel com a Netflix fez com que fãs do mundo inteiro tivessem a possibilidade de assistissem a produções sobre super-heróis com cenas que eram censuradas nos cinemas, e que só agora, depois de produções bem-sucedidas como Deadpool, começaram a ganhar as telonas.

O Demolidor, foi a tentativa que deu certo, que as duas empresas precisavam para produzir as séries de personagens famosos, que neste ano vão se tornar os Defensores. Mas, depois que a história do herói cego foi contada, parece que os produtores iniciaram um declínio na qualidade das séries.

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