A Era do Rock

 

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A primeira impressão do palco de uma das salas do teatro Porto Seguro, ainda quando as luzes estão acesas e o atores não estão presentes não nega; o que está por vir é um verdadeiro show de rock dos anos 80.

Os primeiros acordes são tocados, e tudo o que o público consegue fazer é manter a atenção em todos aquelas pessoas cheias de energia, que se movimentam com rapidez pelo palco, usando roupas excessivamente coloridas.

“Rock of Ages”, famosa comédia musical da Broadway, conta a história de Drew e Sherrie, jovens que mudaram para Hollywood para tentar a fama na cidade. A trajetória do casal é narrada por Lonny, gerente do Bourbon Room, clube onde grandes bandas de rock começaram a carreira.

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Em meio a esta história, empresários alemães convencem o prefeito de Los Angeles a reestruturar a cidade e torná-la mais familiar. Para isso, eles precisam destruir comércios existentes, incluindo o lendário clube. Dennis, o proprietário, acredita que pode salvar o dia se conseguir convencer Stacee Jaxx e sua banda, Arsenal, a fazerem último show de sua carreira no estabelecimento.

Finalmente chegou a vez do Brasil receber este grande show. Estrelado por Diego Montez (Drew Bolley) e Thuany Parente (Sherrie Christian), “ A Era do Rock” cumpre muito bem o seu papel de imergir o público nos anos 80, em uma Los Angeles de sonhos e muito Rock’n Roll.

Como um bom show de rock, o espetáculo valoriza a sua banda. Os músicos, que ficam o tempo todo de frente para o público, participam da história interagindo com os atores, seja por expressões faciais, ou até mesmo com algumas pequenas falas.

O cenário, apesar de ser simples e não dispor de muitos recursos, fato que vira piada na fala dos personagens, é ideal para se contar a história. Quando somado aos figurinos impecáveis produzidos por Márcio Vinícius, temos a sensação de que tudo está completo.

O público é convidado a cantar as letras de músicas que viraram ícones, como: Can’t Fight This Felling (Kevin Cronin), The Final Countdown (Joey Tempest), I Wanna Rock (Daniel Dee Snider), entre outros sucessos.

O espetáculo tem espaço para risadas, improviso, e por que não emoção? Apesar de todo “barulho” causado pela soma da guitarra com a bateria, “A Era do Rock” deixa para o púbico a mensagem de que sempre vale apena acreditar nos seus sonhos. Como diz a letra da música que encerra o show: ‘Don’t Stop Believin’.

 

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Les Misérables

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(Foto: divulgação T4F)

Oi, gente!

Hoje, neste post, vou trazer para vocês a minha opinião sobre Les Misérables, musical que estreou há algumas semanas aqui em São Paulo.

 

 Opinião:

Baseado no romance do autor Victor Hugo, Les Misérables conta a história de Jean Valjeant, homem que sai da cadeia após passar dezenove anos preso por ter roubado um pão. O musical, que estreou no Teatro Renault no dia 10 de março, está retornando a São Paulo, pois foi a primeira franquia que chegou ao Brasil, em 2001, com a mesma qualidade encontrada na Broadway.

Les Misérables faturou mais de 125 prêmios internacionais e está em cartaz há 25 anos em Londres. A história acontece durante a Revolução Francesa, e mostra ao público uma grande história de superação. Mais de 70 milhões de pessoas em 44 países já conferiram o sucesso deste musical.

Os atores Daniel Diges (Jean Valjean), Nando Pradho (Javert), Kacau Gomes (Fantine), Clara Verdier (Cosette) são parte do elenco principal, que com boas interpretações e vozes marcantes, ajudam a dar vida a personagem fortes e com grandes personalidades, além de emitir todo sentimento que as cenas precisam passar para o público.

Se você é fã do espetáculo, não se preocupe, canções clássicas como: “I Dreamed a Dream”, “On My Own”, “Stars”, “Bring Him Home”, “Do You Hear The People Sing?”, “One Day More”, “Empty Chairs at Empty Tables”, “Masters of the House” integram o show.

Diferente de outros musicais que têm partes faladas, Les Misérables é todo cantado, e isso só deixa o espetáculo ainda mais encantador. Um dos pontos negativos a este respeito é que em músicas mais rápidas é difícil entender o que os personagens estão cantando, principalmente nas que o ator Daniel Diges está presente, pois o espanhol admitiu em entrevista ainda não ter o domínio do português. Apesar disto não compromete o entendimento da história.

 

Mais sobre a produção:

Les Misérables faturou mais de 125 prêmios internacionais e está em cartaz há 25 anos em Londres. A história acontece durante a Revolução Francesa, e mostra ao público uma grande história de superação. Mais de 70 milhões de pessoas em 44 países já conferiram o sucesso deste musical.

Serviço:

Estreia:10 de março

Onde: Teatro Renault

 Os ingressos: de R$ 50,00 a R$ 330,00

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Wicked

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Oi, gente! Eu sei que o post de hoje era para ser sobre um filme, mas fui assistir ontem ao musical Wicked, e eu achei que seria muito legal falar sobre esse espetáculo para vocês aqui no blog.

 

Sobre:

O musical Wicked conta a história da amizade entre duas bruxas: Elphaba e Glinda, a bruxa má e a bruxa boa da Terra de Oz. As duas se conhecem ainda jovens durante a faculdade, e a primeira impressão é a pior possível. Com personalidades muito distintas, o que aproxima as duas é o preconceito sofrido por Elphaba, que tem que lidar com o preconceito por ter nascido verde.

Abordando temas como: amizade, amor, preconceito e política, Wicked vai emocionar e encantar você. Elphaba é interpretada pela atriz Myra Ruiz, que já atuou e musicais como Mamma Mia! e Fame Shrek – O Musical. Glinda é interpretada por Fabi Bang, que atuou em produções como O Fantasma da Ópera e A Bela e a Fera. Fabi dá um show à parte no musical.

 

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Foto: Divulgação 

 

Opinião:

Eu fiquei encantada com o musical. Os atores são muito bons, o figurino é lindo e o cenário é impecável. Além de toda beleza visual que o musical oferece, eu achei o tema abordado muito pertinente: as pessoas nascem ruins ou elas se tornam ao decorrer da vida?

Outro ponto importante que é abordado é a questão do preconceito com o que é diferente. Wicked reforça a ideia que muitos de nós sabemos, mas não praticamos: as diferenças regionais, físicas e ideológicas não são desculpa para criarmos preconceito com o que é diferente da gente.

Não assisti a versão americana. Mas adorei a brasileira, adorei as músicas e a mensagem. Wicked é muito mais que um musical, é um discurso sobre o respeito as diversidades. Recomento fortemente que vocês vão assistir, vale muito a pena!

 

 

Veja o vídeo dos bastidores:

 

 

Serviço:

Onde: Teatro Renault – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista, São Paulo

Quanto: Os preços variam de 280 a 50 reais

Onde comprar: Na bilheteria do teatro Renault ou pela internet no site http://www.ticketsforfun.com.br

 

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