Cosméticos: 3 lugares para comprar produtos de beleza na Liberdade

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Bairro da Liberdade, em São Paulo. Foto: Tainá Valadares

As ruas da Liberdade, famoso bairro japonês da cidade de São Paulo, são muito conhecidas por seus charmosos postes de luz típicos japoneses, por seus mercados com grandes variedades de comidas orientais, e é claro, por seus inúmeros karaokês. Outro grande destaque do lugar, e talvez não muito popular, são as lojas especializadas em cosméticos.

A Liberdade tem uma infinidade de lojas onde é possível encontrar pinceis, caixas de acrílico, batons, máscaras faciais e muito outros artigos de beleza a preços muito mais em conta do que no resto da cidade. O A Toca preparou uma lista com três das melhores lojas de cosméticos do lugar.

1- Audrey Cosméticos

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Parede de pincéis de maquiagem na Audrey. Foto: Reprodução Facebook

A loja possui uma grande variedade de produtos de beleza. Na Audrey é possível encontrar shampoo, maquiagens, cílios postiços, máscaras faciais, e produtos de higiene pessoal. Apesar de todas essas categorias, os grandes destaques da loja são os pincéis, o lugar possui uma parede apenas para abrigar a incrível variedade de pincéis para maquiagem. O outro destaque são as caixas de acrílico, que podem ser encontradas em diversos tamanhos e formas.

 Endereço: Rua Galvão Bueno, 69 – Liberdade, São Paulo

2- Ikesaki Cosméticos

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Interior da loja Ikesaki, na Liberdade. Foto: Roteiros & Dicas

Na loja, que possui quatro andares, separados por seção, o cliente pode encontrar todos os produtos relacionados à beleza. O primeiro andar é dedicado a produtos mais gerais, como maquiagens e produtos de higiene pessoal. Já no segundo pavimento, é possível encontrar itens de salão, como perucas, escovas e pentes de cabelo, secador e chapinha. O terceiro andar da loja é abastecido de produtos para as unhas: esmaltes, hidratantes para mãos e pés, alicate, algodão, produtos para cutícula, entre outros. O último andar da Ikesaki tem uma grande variedade de produtos para o cuidado com o cabelo, como shampoo, mascaras e condicionadores.

Endereço: Rua Galvão Bueno, 37 – Liberdade, São Paulo

Site: www.ikesaki.com.br/

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Crítica | Blade Runner 2049

Blade Runner 2049

Blade Runner 2049. Foto: Divulgação

 

O renomado diretor Denis Villeneuve – mais conhecido pelo seu trabalho em “A Chegada” e “Sicario: Terra de Ninguém” – nos presenteia com mais esta obra prima de ficção cientifica, nos levando de volta para o fascinante universo futurista-distópico de Blade Runner. É difícil falar do enredo deste filme sem soltar alguns spoilers do primeiro, mas será o que evitarei fazer aqui:

Trinta anos se passaram desde os acontecimentos do primeiro filme. Desta vez vemos o mundo através dos olhos de K (Ryan Gosling), um novo modelo de replicante criado para obedecer a ordens e trabalhar como um Blade Runner no departamento de Polícia de Los Angeles.

Para quem não viu o primeiro filme: replicantes são seres humanos artificiais, criados para fazer os trabalhos mais perigosos da terra – e fora dela. Após algumas rebeliões, os replicantes se tornam ilegais na terra, sendo banidos paras as colônias extraterrenas, onde são obrigados a trabalhar em trabalhos perigosos, servis e/ou voltados para o prazer. Aqueles que desafiam esta lei são caçados pelos Blade Runners e penalizados com a morte, denominada por eles como “Aposentadoria”.

O filme começa com o solitário K investigando um grupo rebelde de replicantes em uma fazenda de proteína. Logo de início vemos o Blade Runner não demonstrar qualquer empatia por aqueles iguais a ele, cumprindo o seu trabalho de forma fria e eficiente. Porém, o que parecia mais um dia comum de trabalho vai leva-lo a um mistério mais profundo e complexo que poderá mudar o modo como enxerga a vida radicalmente.

Blade Runner 2049

Ryan Gosling como K. Foto: Divulgação

O elenco do filme não poupa esforços. Ryan Gosling mais uma vez demonstra seu trabalho impecável como ator, enquanto vemos a transformação de seu personagem de um ser apático para uma figura cada vez mais humana. Jered Letto – apesar das poucas vezes que aprece – consegue nos convencer no papel do genial e ambicioso Niander Wallace, acompanhado de sua perigosa secretária replicante Luv, vivida pela atriz Sylvia Hoeks. Harrison Ford também volta para o papel do Rick Deckard, seu personagem e protagonista do primeiro filme.

Apesar do enredo fantástico, envolto de mistérios e reviravoltas surpreendentes, é inegável a falta que o Vangelis fez para a trilha sonora. A música tenta simular a do primeiro filme, porém não consegue fugir muito do superficial. O mesmo pode ser dito da fotografia. Apesar de lindo, o mundo CGI não conseguiu transmitir o mesmo esplendor do primeiro longa, com sua maquete escura e melancólica de Los Angeles e seus arranha-céus titânicos.

Contudo, a falta desses fatores não faz do filme ruim, muito pelo contrário. Mais do que uma mera continuação, Blade Runner 2049 é uma emocionante e intrigante expansão de seu predecessor.

Crítica por Igor Gonçalves 

Veja o trailer

 

5 estrelas

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